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Metal Force V

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BEEROCK
Em Guaxupé - MG PDF Imprimir E-mail
Escrito por Douglas Rodrigues   

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Tá chegando a quinta edição do Metal Force, já conhecido pela galera de Guaxupé que curte o som heavy e sempre comparece em peso. O evento dessa vez conta com 5 shows e terá como destaque a volta da Breakneck, banda guaxupeana que há tempos não faz shows.

A última apresentação dos caras que eu vi foi justamente na Festa Beerock, em 05/09/2009.

Peso!

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Setlist Cidade Rock - 04/07/2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Neto   

1º BLOCO
01 - The Runaways - Cherry Bomb
02 - Demolition Doll Rods - Sex Machine
03 - Biggs - Fake Kiss
04 - L7 - Shitlist
05 - Girlschool - Zeitgeist

2° BLOCO
06 - Diablo de Havana - Beth Girl Miss Anfetamina
07 - Stranhos Azuis - Ninguém É O Dono Do Mundo
08 - Exxótica - Boca Do Lixo (Rua Aurora 72)
09 - Concreto - O Medo
10 - Mustang - Divino Maravilhoso

3º BLOCO
11 - Prophecy - Empty Life (Momento Beerock)
Especial Big 4:
12 - Anthrax - Caught In A Mosh
13 - Megadeth - Angry Again
14 - Slayer - Mandatory Suicide (Live)
15 - Metallica - Trapped Under Ice

Mais sobre Prophecy aqui.

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.
Para ouvir: sintonize 105,5Mhz ou acesse a Rádio Cidade, ou o podcast aqui.

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ROÇA 'N' ROLL - Varginha 2011 PDF Imprimir E-mail
Escrito por fABiN   
Sábado, 25 de junho de 2011, fizemos mais uma “barca” do Coletivo Beerock para um dos nossos eventos anuais preferidos. Eu, Neto, Alysson e Manoel rumamos para Varginha para mais uma noite de delírio no Roça ‘n’ Roll.

O objetivo desse texto não é fazer um informativo ou um release (sic) do evento. Nada disso! Estou postando no meu blog de “insanidades” porque o objetivo é justamente isso: um simples relato da viagem, invejando os amigos do La Carne. Vamos lá!

 

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Depois de alguns dias na lógica alcoólica: acordar para beber e beber para dormir (feriado na quinta e recesso na sexta), no final da tarde de sábado eu estava mais destruído que o Afeganistão. Mesmo assim, alguns compromissos não podem ser desconsiderados, principalmente quando se trata da nossa expedição anual para o Roça – um dos maiores festivais de rock do Brasil e provavelmente o melhor no quesito Metal no interior.

Nada melhor para curar ressaca do que beber mais... foi assim que a noite começou. Quando passamos por Paraguaçu me deu vontade descer do carro, roubar aquele avião e pilotar até a Fazenda Estrela – ótimo sinal de que estava tudo jóia. Depois de uma perdidinha básica na estrada para Monsenhor Paulo chegamos ao local do evento daquele jeitinho.

Foi a minha 6ª expedição, mas o festival já existe há treze anos. Ainda no estacionamento tivemos a impressão que tinha menos gente - estávamos enganados. Ao entrar, uma constatação: tinha gente pra caralho!

A notícia triste foi que perdi dois dos shows que mais queria ver. Quem pediu para chegar tarde? Uma pena não ver a Gangrena Gasosa e a Periferia S/A. Fica para uma próxima oportunidade. De cara, encontramos os brothers da Seven Keys. É muito bom ver que uma banda de Guaxupé foi selecionada para tocar num lugar phóda como o Roça. Eles tocaram cedo, no palco das bandas regionais. É isso ae meninos! Logo vocês estarão no palco principal. Fica a lição para as outras bandas de Guaxupé. Quem luta pra valer, nunca perde.

Fomos para frente do palco principal para assistir o Thuata de Dannan. É a sétima vez que vejo esses caras ao vivo e nem preciso dizer que sou fã - alguns clássicos cantados a plenos pulmões e passos de uma dança celta digna de um bêbado. Senti um pouco de falta de entrosamento na banda; também pudera, o Bruno Maia tem se ocupado com seus projetos e ainda por cima é o “cara” por trás daquele festival. Exigir mais dele seria como pedir para “cobrar escanteio e cabeciar”. O Bruno conseguiu construir algo que poderíamos chamar de milagre. Valeu grande brother!

Enquanto o André Matos não começava, mais um role no local... uma ou outra dose de wisky... uma trolada... algumas risadas... enfim, ir no Roça com os indivíduos do coletivo é pura diversão. Senti falta da barraca de quentão, mas tá valendo.

André Matos no palco, boa performance da banda. A voz tava sumindo um pouco, talvez pelo frio ou pelo som, não sou expert nesses assuntos. Alguns clássicos de sua carreira com outras bandas e a galera delirando.

Chegou a hora dos gringos. O Cathedral era uma das atrações mais esperadas. Os caras anunciaram que seria o ultimo show no Brasil e tals. Um ótimo show! Músicas cadenciadas e obscuras, digna de um dos percussores do Doom metal. Outros sons mais alternativos, flertando com o Stoner. Vi alguns headbangers torcerem o nariz. Mas é assim mesmo: existe gente mais xiita que metaleiro? Há!

Mais rolê, mais wisky, mais trolagem, apelidinhos, risadas... encontros com os amigos de Guaxupé que estavam por lá... vai vendo...

Dr.Sin no palco - grande expectativa. Valeu a pena! Os caras tocam demais... até demais da conta. Tem hora que fica parecendo aula de música. O entrosamento é perfeito. Os instrumentos são lindos. Quero uma guitarra que brilha do escuro! Futebol, Mulher e Rock’n Roll continua um clássico absoluto. Enquanto uma outra banda começou a ligar os instrumentos no outro palco, a galera mandou uma vaia e começou um coro dr.sin, dr.sin, dr.sin.... yeah!

Ultima banda, não sei o nome. Já estava pra lá de Bagdá. O Manoel Maníako (D.D.E. do Beerock) me arrastou pra fora e zarpamos. Poeira, neblina, viagem, vertigem. Na verdade, eu queria entrar na cidade de Varginha para roubar aquela Millenium Falcon que fica no centro. Os brothers não deixaram. Altos papo no caminho de volta, talvez para evitar que o motorista resolvesse dar um mergulho no lago.

Será que existe alguma competição do tipo “maior cristo” entre as cidades? Putz, aquele Cristo de Elói Mendes é gigantesco! Tentamos dar carona para o Cristo de Monte Belo que fica pedindo carona no trevo... ele nem deu moral.

Guaxupé novamente, desmaio na cama com as ultimas energias que me restam. O domingo não vai ser um dia fácil...

Valeu roceiros! Parabéns Bruno e galera da Cangaço! Um salve para todos que foram. Pro pessoal que trampou, que tocou, especialmente a Seven Keys. Desculpa as zoeiras, os gritos, as trolagens, a fumaça... foi demais!!!!

Ano que vem tem mais! Tem muito mais!!!

Allright!!!!!

*** Em tempo:

Voces sabiam que o Cristo de Elói Mendes é maior do que o do Rio de Janeiro? Sabem o que isso significa?

- NADA!!!

Fábio Fantini

Texto publicado originalmente no meu blog: Insanidade Destilada

 

 

 
Entrevista: Chuck Hipolitho PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   

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O portal da Ideal Shop realizou uma entrevista com Chuck Hipolitho. O ex-Forgotten Boys fala sobre sua nova banda "Vespas Mandarinas", o projeto paralelo "Love Bazucas" e seus trabalhos como produtor musical. Confira aqui.

 
Cineclube Beerock apresenta: PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
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Documentário: Glastonbury - A lama. A música. A loucura.
Ano: 2006
Direção: Julien Temple
Duração: 135 minutos
Classificação: 14 anos

Sinopse:

Desde o final dos anos 60, com a realização das lendárias edições de Monterey, Woodstock e Ilha de Wight, os grandes festivais atraem milhões de pessoas para celebrar a música e a cultura. Recentemente o Brasil sediou dois grandiosos eventos, o Rock in Rio e o SWU. Porém, o maior festival de música ao ar livre do planeta é o de Glastonbury, na Inglaterra.
Dirigido por Julien Temple, cineasta mundialmente conhecido pela realização do filme O Lixo e a Fúria, sobre os Sex Pistols, Glastonbury documenta o festival a partir dos anos 70 até as edições mais recentes. São mais de 30 anos de história, com destaque para o misticismo que envolve a cidade, as loucuras do público e principalmente os shows do festival, que já contou com apresentações dos maiores nomes da música mundial.       

Serviço:
Data: 18/11/2011
Hora: 18:00
Local: Cine Teatro 14 Bis de Guaxupé
Entrada Gratuita
 
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