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Noite Fora do Eixo em Franca PDF Imprimir E-mail
Escrito por Douglas Rodrigues   
 
Flaming Night PDF Imprimir E-mail

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O festival chega à 12ª edição com a noite mais quente de sua história, atendendo todos os gostos musicais com shows de Fusile (BH), Black Drawing Chalks (GO), Copacabana Club (PR) e Firebug (SP).

A primeira Flaming Night de 2010 é composta apenas por atrações que nunca se apresentaram em nenhum evento promovido pela 53HC, produtora do festival, e traz algumas das principais novas promessas da música independente para o palco do Lapa Multshow, no dia 06 de março, em BH.

O Fusile abre a noite com um show incendiário, apresentando em sua cidade natal as músicas que estarão em seu primeiro EP, Coconut Revolution, a ser lançado ainda no primeiro semestre de 2010.

Antes de embarcar para os Estados Unidos para se apresentar no cultuado festival South by Southwest em Austin (Texas – EUA), os curitibanos (e curitibanas!) do Copacabana Club lançam em BH o CD/EP “Tropical Splash”, respaldados por apresentações contagiantes que conquistaram o público de grandes festivais pelo país.

Quem também sobe ao palco do Lapa são os paulistas do Firebug com uma mistura sonora que leva ska, rocksteady, dub e reggae. A banda já excursionou por vários países da Europa, tocou ao lado de verdadeiras lendas do ska/reggae mundial como Skatalities, Slackers e outros. A banda se firmou como principal expoente brasileiro nesse segmento musical e traz na bagagem seu recém lançado CD “Outra Coisa”.

Para os amantes do stoner rock o Black Drawing Chalks promete um show cheio de guitarras pscicodélicas. Em 2009, os goianos lançaram “Life is a Big Holiday For Us”, eleito pela revista Rolling Stone um dos melhores álbuns de 2009 e que contém o hit “My favorite way”, também eleito pela revista como melhor música de 2009. A banda contará com a participação especial de Chuck Hypolitho (ex-Forgotten Boys), com quem recentemente montaram o projeto intitulado Love Bazucas.

DISCOTECAGEM:
Fabrício Nobre / GO ( Monstro Discos, Abrafin, Goiânia Noise)
Chuck Hypolitho / SP (Ex-Forgotten Boys)
Bruno Lancelotti / SP (Radiola, Tratore)
Sexistalk ( Crew / SP Rock Set )

LAPA MULTSHOW: Rua Álvares Maciel, 312, Santa Efigênia, BH
Quando ir: 06/3/2010, às 20:00h
Quanto custa: R$ 20 adiantado / R$ 25 na portaria
Contato: (31) 3271 7237 / 3241 2074

Escrito por: Marcelo Santiago · Sabará, MG

 
Shows Grito Rock São Carlos 2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Douglas Rodrigues   
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Estão disponíveis para download os shows do primeiro dia do Grito Rock São Carlos 2010.
Os shows foram gravados e transmitidos com tecnologia livre.
Gravado por Jovem Palerosi e Carlos Gomes (Guerrilha Gig).
Edição e tratamento por Gustavo Koshikumo.
Se notar algum barulho exótico, é o trem passando.
Um salve pra galera do Massa Coletiva.
 
Resumo do Grito Rock 2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Douglas Rodrigues   

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A 4, no Planetário Beerock. Foto de Gustavo "Ceff" Dias

Tudo começa em janeiro de 2010. Depois de alguns meses hibernando, o coletivo Beerock consegue a visita da Coluna Fora do Eixo à cidade. Na tarde de uma quarta-feira nublada Felipe Altenfelder, Pablo Capilé e Talles Lopes chegam a Guaxupé para trocar algumas idéias sobre o que acontece no real cenário cultural, e também sobre o que cada um pode fazer para integrá-lo. A prosa tem de ser rápida, pois logo menos teriam um compromisso em São Paulo e mais estrada viria pela frente.

Quando a coluna encerra o debate na cidade do pé da montanha, deixa a idéia de como as pessoas podem deveras participar do que acontece e quão grande é a amplitude das ondas disseminadas pelo Circuito Fora do Eixo. A coluna segue estrada a fora.

E em quem ficou, a semente plantada da vontade de participar. "Daqui a dez anos, voltaremos aqui e lembraremos de quem estava nessa reunião. Trabalhar ou não, é uma opção de vocês". O choque estímulo começa a se materializar na entrada de novos membros ao Beerock, e na missão de realizar um festival em 30 dias. Um festival que teria de ser sem receita alguma, pois é o que determinava os processos burocráticos. O coletivo possuía dois fatores de início: Força de vontade, e o teatro municipal.

No que podemos chamar de "processo magnético", o Grito Rock Guaxupé agregou pessoas e passou de apenas uma idéia a um festival realizado nos últimos dias 27 e 28 de fevereiro, lançando uma espécie de adubo motivador ao elemento que outrora a Coluna havia semeado. Por dois dias, o teatro municipal guaxupeano foi transformado no Panetário Beerock, onde o "céu" era imaginação e o som circulava livre, sem impedimento de classe, estado, razão.

Logo de cara quem chegava já se deparava com a arte miraculosa de Gustavo Ceff, que transformara quadrinhos em painéis e ilustrou o foyer do teatro com sua música desenhada, com letras intrínsecas que só ele sabe fazer. A definição "música para os olhos" é a que melhor se encaixa a arte de Ceff.

No primeiro dia, Alma Mater e Erick Caram com seus Black Whites mandaram muito bem. Dois shows de extrema responsa. Um por se tratar de uma banda de Ribeirão Preto que volta reformulada e evoluída. Já participara do primeiro passo do Beerock como coletivo, em 2007. O outro por ser um blueseiro prata da casa e uma idéia de parceiro de trabalho.

No segundo dia chega nossa primeira articulação junto com o Fora do Eixo Minas: a 4 Instrumental, de Sabará. Os meninos guerreiros que andaram mais de 5 horas e chegaram na pilha, como se Guaxupé fosse vizinha de janela da cidade deles. O show do 4 foi um dos espetáculos mais lindos dos últimos tempos aqui. O fraseado dos instrumentistas, junto com o teto psicodélico do planetário proporcionou algo que quem viu, jamais irá esquecer.

E pra fechar com chave de ouro o evento, o nosso orgulho musical do Beerock. A banda Seven Keys quase derrubou o teatro e metade da cidade, com seus riffs que tomaram proporções estratosféricas nos últimos tempos. Um show cada vez mais evoluído e que faremos questão de ver circulando por todo canto. A Seven Keys mostra que o metal pode agregar-se à cena de forma a ser bem recebido. E eles deveras trabalham conosco para tal.

O Grito Rock Guaxupé 2010 foi um exemplo claro de trabalho coletivo. E nós, do Beerock, agradecemos a todos que contribuíram para que ele acontecesse. Organizadores, apoiadores, patrocinadores, imprensa, artistas, músicos, os técnicos milagreiros de som, e todos sem exceção que contribuíram para que o Planetário Beerock tomasse forma. Foi tudo orgânico.

Um salve também para a Divisão de Cultura, representada pelos ilustres Luis Renato Braga e Marcos Davi. Obrigado por acreditar na gente. Outro agradecimento ao sempre parceiro Mauri Pallos, diretor do Instituto 14 Bis que acompanha e trabalha com o Beerock desde seus primórdios.

Ainda estamos nos primeiros passos no Fora do Eixo Minas, mas prosseguiremos de forma humilde e trabalhando, para continuar na idéia da integração: Levar Guaxupé a todo canto, e trazer todo canto à Guaxupé.

Obrigado, em nome do Coletivo Beerock.
É nóis!

 
Finalmente! Grito Rock Guaxupé 2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Douglas Rodrigues   


E no próxumo final de semana acontece o Grito Rock Guaxupé 2010. Mas fique atento que a a exposição de arte já começa alguns dias antes. Passa la no Teatro Municipal pra conferir.
No decorrer da semana, uma resenha das bandas que se apresentarão.
E vamo que vamo!



 
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