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| Resumo do Grito Rock 2010 |
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| Escrito por Douglas Rodrigues |
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A 4, no Planetário Beerock. Foto de Gustavo "Ceff" Dias Tudo começa em janeiro de 2010. Depois de alguns meses hibernando, o coletivo Beerock consegue a visita da Coluna Fora do Eixo à cidade. Na tarde de uma quarta-feira nublada Felipe Altenfelder, Pablo Capilé e Talles Lopes chegam a Guaxupé para trocar algumas idéias sobre o que acontece no real cenário cultural, e também sobre o que cada um pode fazer para integrá-lo. A prosa tem de ser rápida, pois logo menos teriam um compromisso em São Paulo e mais estrada viria pela frente. Quando a coluna encerra o debate na cidade do pé da montanha, deixa a idéia de como as pessoas podem deveras participar do que acontece e quão grande é a amplitude das ondas disseminadas pelo Circuito Fora do Eixo. A coluna segue estrada a fora. E em quem ficou, a semente plantada da vontade de participar. "Daqui a dez anos, voltaremos aqui e lembraremos de quem estava nessa reunião. Trabalhar ou não, é uma opção de vocês". O choque estímulo começa a se materializar na entrada de novos membros ao Beerock, e na missão de realizar um festival em 30 dias. Um festival que teria de ser sem receita alguma, pois é o que determinava os processos burocráticos. O coletivo possuía dois fatores de início: Força de vontade, e o teatro municipal. No que podemos chamar de "processo magnético", o Grito Rock Guaxupé agregou pessoas e passou de apenas uma idéia a um festival realizado nos últimos dias 27 e 28 de fevereiro, lançando uma espécie de adubo motivador ao elemento que outrora a Coluna havia semeado. Por dois dias, o teatro municipal guaxupeano foi transformado no Panetário Beerock, onde o "céu" era imaginação e o som circulava livre, sem impedimento de classe, estado, razão. Logo de cara quem chegava já se deparava com a arte miraculosa de Gustavo Ceff, que transformara quadrinhos em painéis e ilustrou o foyer do teatro com sua música desenhada, com letras intrínsecas que só ele sabe fazer. A definição "música para os olhos" é a que melhor se encaixa a arte de Ceff. No primeiro dia, Alma Mater e Erick Caram com seus Black Whites mandaram muito bem. Dois shows de extrema responsa. Um por se tratar de uma banda de Ribeirão Preto que volta reformulada e evoluída. Já participara do primeiro passo do Beerock como coletivo, em 2007. O outro por ser um blueseiro prata da casa e uma idéia de parceiro de trabalho. No segundo dia chega nossa primeira articulação junto com o Fora do Eixo Minas: a 4 Instrumental, de Sabará. Os meninos guerreiros que andaram mais de 5 horas e chegaram na pilha, como se Guaxupé fosse vizinha de janela da cidade deles. O show do 4 foi um dos espetáculos mais lindos dos últimos tempos aqui. O fraseado dos instrumentistas, junto com o teto psicodélico do planetário proporcionou algo que quem viu, jamais irá esquecer. E pra fechar com chave de ouro o evento, o nosso orgulho musical do Beerock. A banda Seven Keys quase derrubou o teatro e metade da cidade, com seus riffs que tomaram proporções estratosféricas nos últimos tempos. Um show cada vez mais evoluído e que faremos questão de ver circulando por todo canto. A Seven Keys mostra que o metal pode agregar-se à cena de forma a ser bem recebido. E eles deveras trabalham conosco para tal. O Grito Rock Guaxupé 2010 foi um exemplo claro de trabalho coletivo. E nós, do Beerock, agradecemos a todos que contribuíram para que ele acontecesse. Organizadores, apoiadores, patrocinadores, imprensa, artistas, músicos, os técnicos milagreiros de som, e todos sem exceção que contribuíram para que o Planetário Beerock tomasse forma. Foi tudo orgânico. Um salve também para a Divisão de Cultura, representada pelos ilustres Luis Renato Braga e Marcos Davi. Obrigado por acreditar na gente. Outro agradecimento ao sempre parceiro Mauri Pallos, diretor do Instituto 14 Bis que acompanha e trabalha com o Beerock desde seus primórdios. Ainda estamos nos primeiros passos no Fora do Eixo Minas, mas prosseguiremos de forma humilde e trabalhando, para continuar na idéia da integração: Levar Guaxupé a todo canto, e trazer todo canto à Guaxupé. Obrigado, em nome do Coletivo Beerock. |





Tocar em guaxupé foi muito fod... plausivel a evolução dos coletivos nos eventos que realizam. Fiquei muito surpreso com o que encontrei ai, e muito mais feliz com o resultado. A gente aqui so tem a agradecer e pedir pra chamarem mais vezes. Foi inesquecível mesmo! parabéns ai galera! Demais!
Acho q Guaxupé ja tem um substituto muito mais evoluído que eu para ficar no meu lugar...
Sorte pra vcs...
E... Clainer, eu te amo!
Galera do Beerock!
Que bom saber que rolou tudo certo aí no Grito Rock !!
Quando o resultado nos surpreende é sinal que o trabalho foi 100%!
O Corrente Cultural tá pertinho, em Poços!
Bora fazer alguma coisa!
Abraço e parabéns a vocês!
O Teatro nunca mais será o mesmo!!!!
Valeu galera!!!
Evento maravilhoso e bandas de alta qualidade !!!!!!
Unico resultado = SUCESSO !
PARABENS
PARABÉNS A TODOS!!!
"A arte é feita para perturbar; a ciência tranqüilizar"
( Georges Braque )
Muito foda!
Um evento pra ficar marcado na história de Guaxupé....
E foi só o primeiro passo...
Tamo junto!
Muito bom! Muito mais que bom hehe! Dá até pra imaginar como foi, alias, eu sei como foi pois fiquei ouvindo a transmissão pela Rádio (:
Parabéns a todos! No próximo espero estar aí!