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EU RECOMENDO! - LEKO (LOTHLÖRYEN)

Confiram os discos que mais fazem a mente de Wesley Soares, o “Leko”, compositor e guitarrista solo da banda Lothlöryen.

Disco que mudou sua vida:
The Number of the Beast.
Meu irmão comprou o cd e agente num tinha nem aparelho pra ouvir. Então íamos na casa de um amigo mais playboy e ficava pirando com o Maiden até gastar a bolacha.

Pra ouvir no verão:
Slave to the Grind (Skid Row).
Baladas como In a Darkened Room ou músicas como Psycho love e livin´ on a change gang me lembram praia, mulherada, cervejas.

Pra ouvir em dias de chuva:
Wake of Magellan (Savatage).
Nada melhor que a trilha sonora da viagem do navegador espanhol Magellan pra animar os dias de chuva. Jon Oliva e Zack Stevens rules...

Pra ouvir dirigindo:
Black Album (Metallica).
O único problema é não meter o pé no acelerador em pedradas como Enter Sandmen, My Friend is Misery e Sad But True.

Pra transar:
Blaze of Glory (Jon Bon Jovi).
Acho que nem precisa falar mais nada, hehe.

Pra ouvir chapado:
The Best of (The Doors).
Jim Morrison inspira as bebedeiras. Uma vez assisti ao filme sobre ele e depois fui num show do Jethro Tull Cover. Fim da festa: Chapeira e náuseas, hehe.

Pra ouvir numa forte deprê:
The Cold White Light (Sentenced).
Pra mim e pra muitos, o Black Álbum do ano 2000, porém com uma conotação deprê e um Q de humor negro.

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Nightfall in Middle Earth (Blind Guardian).
Se tivesse que escolher uma última coisa pra ouvir na minha vida seria esse álbum com certeza.

Disco pra inspirar:
Nighfall in Middle Earth (Blind Guardian).
Se um dia eu conseguir 10% da genialidade contida nesse álbum, tenho certeza que a Lothlöryen emplaca um clássico, hehe.

Pra quebrar tudo:
The Number of the Beast (Iron Maiden).
Poderia citar qualquer outro do Iron, com exceção do Virtual XI. Sou aficcionado, pirei no álbum novo e pra mim os véinho ainda quebram tudo di cum força.

Disco pra todos os momentos:
Dark Side of the Moon (Pink Floyd).
Me diga que momento não é apropriado pra ouvir solos do mestre Gilmour, as viagens bem compostas do Wright, a coesão de Nick ou as inspirações e anseios do nosso amigo Waters?