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BEEROCK
Saindo do forno PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
Sex, 30 de Julho de 2010 18:33

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Livro: Um bom lugar pra morrer
Autor: Mário Bortolotto
Editora: Atrito Art e E-lectra e Kan

O dramaturgo, ator, bluseiro, escritor e o caralho A4, Mário Bortolotto, está com livro novo na praça. "Um bom lugar pra morrer" reúne poesias criadas entre 1997 e 2009. Com uma oralidade original, os textos se aproximam da prosa, onde pequenas histórias são narradas em forma de poemas. Leitura altamente recomendável. Segue uma amostra:

A MERCÊ DAS MANHÃS

Eu, pecador
me confesso
nessa manhã de domingo
voltando do banheiro
e pedindo um croque monsieur
Eu voltei pro alcoolismo
se tenho que ver essa garota linda
quase etérea no balcão
intimidando meus passos
a carinha de Juliete Binoche
perguntando: “o que cê tá fazendo?”
“você não tá gostando?”
“continua”.
meus dedos roçando suavemente
o lóbulo de sua orelha
atravessando a cidade
morrendo no balcão de uma padaria
Tenho a bandeira brasileira na porta do meu quarto
e um 38 na gaveta do criado
Tenho os olhos injetados
quando leio um poema do Del na frente do hotel
não preciso beber vodka
ninguém vai cheirar meu hálito quando eu chegar em casa
não tem ninguém esperando por mim nessa manhã
peço um corn flakes e misturo com cerveja
Se esse poema parece um epitáfio
é porque descobri que só é possível morrer
quando os deuses se distraem
Vou entrar num restaurante coreano
e pedir um karaokê
Me parece um bom lugar pra morrer

 
Smashing Pumpkins no Planeta Terra PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
Qua, 28 de Julho de 2010 19:09

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Confirmado! A apresentação já consta no site oficial da banda. O Smashing Pumpkins toca dia 20 de Novembro, no Playcenter, em São Paulo/SP, dentro do festival Planeta Terra. Mais infos em breve.

 
B-Live PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
Ter, 27 de Julho de 2010 19:00

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Para quem mora na capital paulista ou vai passar pela cidade até o dia 4 de setembro, vale a pena conferir a exposição B-Live, do lendário artista underground Billy Argel. Seus desenhos fizeram muito sucesso nos anos 80 estampando shapes de skate, capas de discos e pôsteres de bandas de punk e hardcore. O universo da arte de Billy é composto por cruzes, adagas, dragões, morcegos, caveiras e todos os tipos de monstros e criaturas bizarras. Outra parte fundamental de seu processo criativo são os trabalhos de tipografia, com a criação de fontes que retratam o skate sob diversas perspectivas e que podem ser encontradas para download em seu blog. Segue o serviço:

Exposição: B-Live
Artista: Billy Argel
Visitação: De 23 de julho a 4 de setembro
Horários: De terça a quinta, das 12h às 20h. Sexta e sábado, das 12h às 19h.
Local: Espaço +Soma (Espaço Cultural/Loja/Café)
Rua Fidalga 98 - Vila Madalena - São Paulo - SP
Informações - Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. / 11 3031.7945

 

 
20 anos de Cowboys From Hell PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
Qui, 22 de Julho de 2010 03:59

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Um dos álbuns mais emblemáticos do metal completará 20 anos no dia 24 de julho. Lançado em 1990, "Cowboys From Hell" vendeu mais de um milhão de cópias em apenas um ano e colocou o Pantera no mapa do rock pesado mundial. Antes a banda abusava do laquê e fazia um som meio hard glam poser. "Cowboys From Hell" apresentava o contrário disso tudo, transpirando agressividade por todos os póros. E para comemorar o aniversário do disco será lançada uma edição comemorativa em 3 versões, sendo a primeira em cd duplo, a segunda em cd triplo, com edição de luxo e uma faixa demo inédita chamada "The Will To Survive"; e uma terceira, também com cd triplo e a mesma faixa inédita, mas esta com embalagem em formato box. O lançamento está previsto para o dia 14 de setembro.

 
Caipiro Rock 2010 PDF Imprimir E-mail
Ter, 20 de Julho de 2010 14:08

Relato do dia 17 de julho.

Por: Fábio Fantini

Desde a ultima “Cobertura Beerock” protagonizada pelo grande Tchitcho fiquei com uma pulga atrás da orelha: se ele faz, porque eu não?
Então vamos lá! Aqui é o Fabinho e esse vai ser o primeiro (de muitos, espero) relato de uma trip da galera do coletivo (leia-se: coLÉtivo, na voz impagável do Arthur-Cabrueira).
Dessa vez, o destino é Serrana – Capital Mundial do Ativismo Caipira e Punk Canavieiro. Eita povo que gosta de uma cana!
O pessoal que conhece a gente sabe do caso de amor da galera de Guaxupé com aqueles visionários-operários da gi-gan-tes-ca Serrana.
O Caipiro Rock é um evento anual que premia o trabalho incansável da galera do “Parquin”. O CECAC (Centro de Cultura e Ativismo Caipira) é uma organização coletiva que invadiu uma escola abandonada e promove uma alternatividade fuderosa.
Já que não dá pra ir todos os dias do fest, o sábado foi a melhor escolha.
A primeira notícia adversa foi que um dos navegantes estaria impossibilitado de viajar. O famoso Neto (vulgo Gen) estava com um problema de saúde – entre os prováveis diagnósticos: infecção de garganta ou até uma caxumba. Dizem as más línguas que o menino saiu suado de debaixo do cobertor, usando apenas meia e cueca, e foi até o carro na garagem. Menos um!
Com a tripulação desfalcada, lá se foram os beerocks.
Aquela passagem rotineira pelo posto de combustível: água, óleo, gasolina, pneu e, é claro, algumas cervejas para os passageiros.
Desde a queda de uma ponte perto de Cajuru, a rota para Serrana foi modificada para Itamogi. O caminho alternativo é bem mais bonito. Dentre nossas superstições, o Carcará sempre é sinal de boa viagem; dessa vez ele foi confundido com um gavião-preto – sinais são sinais.
Em Itamogi, aquela parada já clássica no “posto da saída” para pegar mais uma gelada e confirmar a rota: direita-direita-esquerda. Beleza!
Infelizmente, nosso piloto, num lapso de memória, resolveu mudar de direção... alguns quilômetros a mais e uma passagem rápida por Cajuru - já disse que não importa o destino, sempre vamos passar por Cajuru??? Então...
No meio de canaviais, entre conversas sobre rock, relevo e classificação das aves (um pombo não é um pássaro) acertamos o caminho e rumamos para o Caipiro. Primeiro alerta: a luz de temperatura do motor acendeu.
Já na cidade, um clássico: Perdidos em Serrana Pt. IV.
Não sei explicar, mas sempre nos perdemos naquelas ruas perto do Parquinho. Nada muito grave, mais alguns minutos de atraso e logo escutamos o barulho da distorção.
Primeira impressão: Porra, o negócio cresceu!
Chegamos nos últimos acordes do Flicts (deu pra ouvir o “tchau”).
O lance tava rolando na rua e dessa vez tinha um palco profissa e som de primeira. Parabéns para a organização.
Intervalo é hora de rever a galera, prosas, cervejas e rango.
O Douglas (vulgo Di) faz melhor esse lance de relações públicas. Quando olho pra trás, lá está ele todo entrosado com as Aeromoças e Tenistas Russas (tudo marmanjo), o pessoal do Independência ou Marte e mais uma pá de gente de coletivos.
Charme Chulo no palco! Rapaiz, esses caras misturam viola caipira com rock’n roll. O resultado é maravilhoso. Show du baralho! Difícil ficar parado. Um dos pontos altos da apresentação foi uma versão country para o hino ramônico Sheena is a Punk Rocker. Precisa dizer que a galera foi ao delírio?
Charme Chulo é o tipo de banda muito agradável de se ouvir, mas que mostra todo seu poder no palco. Vocês precisam experimentar a energia desses caras!
Depois de uma pequena pausa, o time da casa entrou em campo: Íbis!
Em Serrana, eles já saem ganhando de 3 a zero... golear fica fácil.
Vale lembrar que o guitarrista é o lendário Ricardo Brasileiro, comandante daquela tropa de sonhadores e líder espiritual; e a vocalista principal é a Vanessa, a mina que nas horas vagas trabalha na barraca do bar. Tem as moral de trampar igual esse povo??? Serrana é foda!
Mais um intervalo e a rotina (deliciosa) continua: cervejas, prosas e rolê pelas vizinhanças.
Chegou a hora da banda principal (como se isso importasse alguma coisa num lugar como aquele, onde todo mundo é tratado como igual e estão todos pela mesma causa).
É o Dead Fish gente!!!
A veia punkeira serranense não negou fogo: as músicas são cantadas a plenos pulmões, gritos, mosh pits, stage jumps e tudo que um show hardcore tem de melhor.
Os caras possuem uma legião de fãs naquela cidade e o show foi fuderoso.
Enfim, o segundo dia do Caipiro Rock foi nota 10! Parabéns pro Brasileiro e toda sua turma!
Antes, uma pechinchada na banquinha me valeu 2 discos do Muzzarellas e o caminho de volta se colocava a nossa frente.
Até aí, tudo bem.
O lance é que o carro não estava nos seus melhores dias e começaram os problemas. Depois de uma parada no “posto da saída” de Serrana para “esfriar” o motor, pé na estrada!
Me fez lembrar uma música do Metallica: Jump in the Fire!
Então... vamos nessa!
Discão novo do Muzza no player e uma prece pra sorte. Andamos 70 km e mais uma parada para esfriar o motor. Ninguém estava tenso ou preocupado - a noite estava maravilhosa e ficamos parados num lugar ermo contando as estrelas cadentes. Mais um trecho percorrido e chegamos em Paraíso. Não dava mais, já estava cheirando queimado dentro do carro. Paramos no “posto da entrada” e o nosso piloto Alysson (vulgo Mi) teve a brilhante idéia de ligar para a empresa do seguro. Massa demais!
Depois de duas horas, estávamos vindo para Guaxupé em um táxi e o Celta (nossa barca de muitas trips) em cima de um caminhão de guincho.
Deus abençoe os postos de gasolina e as companhias de seguro!
Perdemos o show das Aeromoças (uma pena), mas foi uma grande noite, um grande festival, muita diversão, muita atitude e muito... muito Rock’n Roll!!!!
Fica a mensagem final dos Muzzarelas:
We Rock You Suck!!!

fABiN

 
Cavalera Conspiracy no SWU PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alysson Fernandes   
Seg, 19 de Julho de 2010 19:51

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A produção do festival SWU Music and Arts confirmou a presença do Cavalera Conspiracy entre as atrações do dia 11. Será a primeira apresentação da banda dos irmãos Cavalera no Brasil. A dupla que levou o Sepultura ao sucesso mundial ficou mais de 10 anos separada até voltar com o primeiro álbum deste projeto, em 2008, intitulado Inflikted. O SWU rola entre os dias 9 e 11 de outubro na fazenda Maeda, em Itu (SP).

 
Converse Flashrock BH PDF Imprimir E-mail
Escrito por Tchitcho   
Qui, 15 de Julho de 2010 17:45
Para comemorar o dia do rock em grande estilo aconteceu este ano em BH a Converse Flashrock 2010, evento que já havia rolado em 2007 em Porto Alegre, 2008 em São Paulo, e em 2009 no Rio de Janeiro. Finalmente tinha chegado a vez dos mineiros prestigiarem um evento dos mais bacanas, aonde acontecem intervensões surpresa nas ruas que sempre acabam em uma festa pra curtir o bom e velho rock'n'roll. E esse ano a festa rolou em grande estilo, com algumas das bandas mais respeitadas e importantes da cena independente do rock nacional: Macaco Bong e Black Drawing Chalks + Chuck Hipólitho.

E o evento rolou assim meio que de surpresa, ninguem sabia ao certo o que iria acontecer. Primeiro informaram que iria rolar uma festa à noite no Lapa Multishow - uma casa de shows da cidade - e que pra conseguir o ingresso as pessoas teriam que comparecer à praça da savassi, às 18:30hs, em ponto, e que quem fosse teria uma surpresa. Bom, lá fui eu e quando me aproximo do local determinado já me deparo com uma galera aguardando, todos na expectativa do que iria rolar.

O tapume gerou espectativa

No meio da praça havia um tapume, desses de construção sabe? E volta e meia saía alguem com um capacete de obras...tudo pra dissimular o que realmente iria ocorrer alí. Quando deu a hora combinada os tapumes caíram e lá estava os caras do Macaco Bong mandando ver rock de primeira qualidade, bem no coração da Savassi. Os transeuntes desavisados que passavam pelo local tiveram a oportunidade de presenciar um dos mais agradaveis shows dessa nova geração do rock nacional. E a coisa ainda ficou melhor quando entrou no palco Chuck Hipólitho para acrecentar mais uma guitarra ao som do Macaco Bong. Imperdivel, e o melhor de tudo, o show tava rolando alí, no meio da rua e de graça! Animal.

Macaco Bong + Chuck Hipólitho

Enquanto rolava o show do Macaco Bong, começaram a ser distribuidos os convites para o evento que iria rolar no Lapa, à noite. Aí tivemos um problema. Por falta de uma maior organização a galera começou a se amontoar na tentativa de conseguir um ingresso. Foi dificil, rolou uma tensão e a distribuição dos ingressos foi paralizada, para dispersar a galera e para pensarem uma forma mais organizada de se fazer isso.

Chuck Hipólitho fez participações especiais

O Macaco Bong tocou algumas músicas e na sequência entram no palco os goianos do Black Drawing Chalks, apontada como a banda do disco do ano passado pela revista Rolling Stone. E eles provaram o porquê de ter recebido este premio levando um som furioso bem ali, no meio da rua, fazendo a galera presente pirar. Essa foi a segunda apresentação do BDC que eu presenciei e realmente é um show imperdivel para aqueles que curtem o bom, velho e pesado e sujo Rock. Recomendadíssimo! Mais uma vez Chuck Hipólito entra no palco para tocar algumas músicas aconpanhando a banda e mais uma vez ele mostra sua versatilidade, acrescentando um pouco mais de porrada ao já chapante som dos caras do Black Drawing Chalks.

Black Drawing Chalks

 

Durante a apresentação das bandas os ingressos voltaram a ser distribuidos aos poucos e aleatoriamente para a galera. De repende aparecia alguem e distribuia alguns poucos ingressos e depois somia. Dessa forma não houve tempo de rolar uma aglomeração, pois os ingressos logo acabavam e a galera dispersava. Eu, como estava na função de curtir os show e registrar o evento para o beerock não tinha ainda conseguido o meu ingresso. Foi então quando cheguei pra trocar ideia com os caras do Macaco Bong, me apresentei como representante do Beerock e logo de cara eles me receberam na maior simpatia possivel. E logo também já perguntaram se eu já tinha descolado meu ingresso. Após uma resposta negativa minha os caras agilizaram um convite pra mim e assim pude continuar esta árdua tarefa de cobrir um evento no dia do rock, para o Beerock.com.br. Valeu Kayapy, Ney e Ynaiã!

O evento à noite foi dividido da seguinte forma: 5 bandas da cena independente local, com cada uma sendo responsavel por representar uma década do rock. Assim, primeiro a Dead Lover’s Twisted Heart subiu ao palco para representar a década de 50. A casa aos poucos ía se enchendo e a galera presente ainda tinha bastante espaço para dançar ao som de clássicos como Elvis, além de canções próprias da banda.

Dead Lover’s Twisted Heart

A segunda banda a subir no palco foi a PROA, representando com muita liberdade a década de 60 com seu som instrumental, "no que a própria banda chama de surrealismo fantástico". Com forte presença de metais e inclusive um acordeom, a PROA ía da psicodelia dos anos 60 para o ritmo frenético e dançante das musicas dos balcãs. A galera curtia dançando à maneira dos russos. Um show divertido e bastante interessante. Gostei.

PROA


Na sequência entra no palco a Fusile, representando os anos 70. Sempre presente nos eventos da cena independente de BH, o Fusile já tem um consideravel público fiel, que acompanha a banda em todos os eventos. Assim seus shows já possuem uma dinamica própria, e a galera já está mais acostumada com sua "mistura entre o rock, ska, swing e ritmos latinos". Pra fechar com chave de ouro ainda tocaram Paranoid do Black Sabbath e Top Top, dos Mutantes, levando o público ao delírio.

Fusile

A quarta banda a subir no palco era a que estava gerando uma maior espectativa na galera, pois o The Hell's Kitchen Project é uma banda de rock sem guitarra. Isso mesmo, só baixo, bateria e vocal, o que, em se tratando de uma festa que celebra o rock, característico pela quase sempre presente distorção da guitarra, acaba gerando uma puta espectativa.

The Hells Kitchen Project

Mas os caras do Hell's Kitchen tiraram isso de letra e logo de cara mostraram seu electro-rock. Eu já tinha conferido outro show dos caras e já sabia que eles fariam um grande show, e não deu outra. Representando o som dos anos oitenta, contaram ainda com a participação do guitarrista da banda Spooler, David Dines para ao final do show apresentar alguns clássicos como Debaser do Pixies e Ace of Spades do Motorhead, que esquentou ainda mais o clima no local. Alias, vale lembrar aqui que o Lapa ficou lotado, com cerca de 1500 pessoas, em plena terça-feira. É o poder do Rock'n'Roll.

The Hells Kitchen Projec - The Ace of Spades

Por fim vieram os caras do Monno, quarteto com dois discos já lançados e com uma certa experiencia, tendo já se apresentado em diversos festivais pelo Brasil. Os caras ficaram responsáveis pela década de noventa, sem deixar também de apresentar suas músicas já bastante conhecidas pelo público presente. E foi justamente tocando suas composições que a banda começou, mostrando o porque de ser uma das bandas que mais se destacam no cenario independente de BH. No final ainda mandaram um cover de Nirvana, talvez um dos maiores simbolos do que foi o rock nos anos 90.

Monno

 

Pra fechar a noite ainda pude presenciar mais dois belos shows, desta vez com um set list completo, do trio instrumental do Macaco Bong e na sequencia do quarteto furioso do Black Drawing Chalks. Os dois shows contaram com a participação especial do guitarrista Chuck Hipólito. Ainda pude trocar uma idéia com a galera dos coletivos da região metropolitana de BH, principalmente a Paula do Forceps que tava transmitindo o evento, e o Lucas do Pegada. Além disso ainda pude levar aquele exelente papo com Talles Lopes, do Goma, sempre com aquela troca de informações que só ajuda no ganho de experiências para os coletivos. Enfim, uma noite extremamente agradavel que celebrou muito bem essa data comemorativa em nome do Rock'n'roll! Que ele viva para sempre e seja celebrado todos os dias! Amem!


Macaco Bong + Chuck Hipolitho no Lapa

 

Black Drawing Chalks no Lapa


Cristiano Tchitcho - 14/07/10

 
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